Portuguese literature

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Boosey and sons, 1823 - 405 pages
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Page 152 - Já no largo Oceano navegavam, As inquietas ondas apartando; Os ventos brandamente respiravam, Das naos as velas concavas inchando: Da branca escuma os mares se mostravam Cobertos, onde as proas vão cortando As maritimas aguas consagradas, Que do gado de Próteo são cortadas.
Page 162 - Traziam-na os horrificos algozes Ante o Rei, já movido a piedade; Mas o povo com falsas e ferozes Razões á morte crua o persuade. Ella com tristes e piedosas vozes...
Page 167 - De disforme e grandissima estatura , O rosto carregado , a barba esqualida , Os olhos encovados , ea postura Medonha e má , ea cor terrena e pallida , Cheios de terra , e crespos os cabellos , A boca negra, os dentes amarellos. XXXIX. Tão grande era de membros , que bem posso Certificar-te , que este era o segundo De Rhodes estranhissimo colosso , Que hum dos sete milagres foi do mundo : C...
Page 160 - Co' o vento , o secco mato vai queimando : A pastoral companha , que deitada Co' o doce somno estava , despertando Ao estridor do fogo , que se atea , Recolhe o fato, e foge para a aldea...
Page 399 - An Essay on Spanish Literature, containing its History from the Commencement in the Twelfth Century, to the present Time, with an Account of the best Writers in their several Departments, and...
Page 87 - Eu bem me posso gavar e cada vez que quiser, que na feyra ond'eu entrar sempre tenho que vender e...
Page 161 - Do teu Príncipe ali te respondiam As lembranças que na alma lhe moravam, Que sempre ante seus olhos te traziam, Quando dos teus formosos se apartavam; De noite, em doces sonhos que mentiam, De dia, em pensamentos que voavam.
Page 351 - Nize? Nize? onde estás? Aonde espera Achar-te uma alma, que por ti suspira; Se quanto a vista se dilata, e gira, Tanto mais de encontrar-te desespera! Ah se ao menos teu nome ouvir pudera Entre esta aura suave, que respira! Nize, cuido que diz ; mas é mentira.
Page 120 - E em mais tiveste essa língua estrangeira, Tanto a esta tua ingrato te mostraste. Volve pois, volve, Andrade, da carreira, Que errada levas (com tua paz o digo) Alcançarás tua glória verdadeira.
Page 163 - E se, vencendo a Maura resistencia, A morte sabes dar com fogo e ferro , Sabe tambem dar vida com clemencia A quem para...

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