Os Lusiadas: poema epico

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Didot, 1819 - 420 pages
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Um grande clássico da literatura. Fui obrigada a ler no colegial e me apaixonei pela obra. Uma história épica, surpreendente, com uma cadência que dá um ritmo do qual nunca se quer sair. Devorei o livro e uma noite!

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Camões viveu o Classicismo,período literário q começou a capacidade do homem.
Camões deixa a sua poesia lírica deixou brilhar o soneto, composição que aprendera com Petrarca, na Itália.
Os lusíadas
relata as aventuras de um homem descobridor, navegador, desbravador de outras terras.
Camões foi de uma personalidade polêmica, ganhou antipatias na corte.
Foi exilado, combateu para o exército português, perdeu uma de suas vistas, em um naufrágil perdeu seu grande amor, mas conseguiu salvar parte de Os Lusíadas, que fora encomendados pelo rei de Portugal.
Os Lusíadas não lhe rendeu muito conforto na velhice, alguns relatos afirmam que Camões morreu sozinho, em uma periferia da cidade.
 

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Popular passages

Page 118 - Queria perdoar-lhe o Rei benino, Movido das palavras, que o magoam; Mas o pertinaz povo e seu destino (Que desta sorte o quiz) lhe não perdoam. Arrancam das espadas de aço fino Os que por bom tal feito ali apregoam.
Page 120 - As filhas do Mondego a morte escura Longo tempo chorando memoraram; E, por memoria eterna, em fonte pura As lagrimas choradas transformaram: O nome lhe puzeram, que inda dura, Dos amores de Ignez, que ali passaram. Vêde que fresca fonte rega as flores, Que lagrimas são a agua eo nome amores.
Page 152 - Deos foi em carne ao mundo dado. Certifico-te, ó Rei, que se contemplo Como fui destas praias apartado, Cheio dentro de duvida, e receio, Que apenas nos meus olhos ponho o freio. LXXXVIII. A gente da cidade aquelle dia, Huns por amigos, outros por parentes, Outros por ver somente concorria, Saudosos na vista, e descontentes : E nós co' a virtuosa companhia De mil religiosos diligentes, Em procissão solemne a Deos orando , Para os bateis viemos caminhando.
Page 330 - Aqui tens companheiro, assi nos feitos, Como no galardão injusto e duro: Em ti, e nelle veremos altos peitos A baixo estado vir, humilde e escuro: Morrer nos hospitaes, em pobres leitos, Os que ao Rei e á lei servem de muro! Isto fazem os Reis, cuja vontade Manda mais, que a justiça e que a verdade.
Page 350 - Aqui só verdadeiros gloriosos Divos estão: porque eu, Saturno e Jano, Jupiter, Juno, fomos fabulosos, Fingidos de mortal e cego engano...
Page 50 - ... vejo , Que assaz de mal lhe quero, pois que o amo , Sendo tu tanto contra meu desejo : Por elle a ti rogando choro , e bramo , E contra minha dita em fim pelejo. Ora pois ; porque o amo , he mal tratado , Quero-lhe querer mal , será guardado. Mas moura em fim nas mãos das brutas gentes ; Que pois eu fui...
Page 3 - Vós, ó novo temor da Maura lança, Maravilha fatal da nossa idade, Dada ao Mundo por Deos, que todo o mande, Para do Mundo a Deos dar parte grande: VII.
Page 231 - Nesta pequena casa Lusitana : De Africa tem maritimos assentos , He na Asia mais, que todas, soberana, Na quarta parte nova os campos ara, E, se mais mundo houvera, lá chegara.
Page 61 - Era no tempo alegre, quando entrava No roubador de Europa a luz Phebea; Quando hum eo outro corno lhe aquentava; E Flora derramava o de Amalthea. A memoria do dia renovava O pressuroso Sol, que o ceo rodea, Em que aquelle, a quem tudo está sujeito, O sello poz a quanto tinha feito : LXXIII.
Page 173 - Pois vens ver os segredos escondidos Da natureza e do humido elemento, A nenhum grande humano concedidos De nobre ou de immortal merecimento: Ouve os...

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