Obras religiosas e profanas, Volumes 1-2

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Typ. Mercantil, 1874

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Popular passages

Page 189 - Ao mal, que a vida em sua origem damna. Prazeres, socios meus, e meus tyrannos! Esta alma, que sedenta em si não coube, No abysmo vos sumiu dos desenganos: Deus, oh!
Page 189 - Mas eis succumbe natureza escrava Ao mal, que a vida em sua origem damna. Prazeres, socios meus, e meus tyrannos ! , Esta alma, que sedenta em si não coube,' ' No abysmo vos sumiu dos desenganos: Deus, oh!
Page 169 - Et intonuit de celo dominus et altissimus dedit vocem suam : grando et carbones ignis. Et misit sagittas suas et dissipavit eos : fulgura multiplicavit et conturbavit eos.
Page 144 - Tibi soli peccavi, et malum coram te feci : ut justificeris in sermonibus tuis, et vincas cum judicaris.
Page 169 - Dolores inférai circundederunt me : preoccupaverunt me laquei mortis, /n tribulatione mea invocavi dominum : et ad deum meum clamavi. Et exaudivit de templo sancto suo vocem meam : et clamor meus in conspectu ejus introivit in aures ejus. Commota est et contremuit terra : fundamenta montium conturbata sunt et commota sunt : quoniam iratus est eis.
Page 7 - Sem razão, sem vergonha : e vejo gente Prudente e sábia embasbacar nos gestos Do mono petulante! Muito pode A opinião, a teima ou o capricho! E o pedantismo pode mais que tudo, Pois arrasta a razão, pisa a verdade; E em sabendo servir-se da Lisonja, Voa por êsses ares, sobe ao cume, Onde a vaidosa ideia ergueu o templo Da fantástica fama. Ali se abraça A sobêrba ea vaidade co
Page 145 - Averte faciem tuam a peccatis meis, et omnes iniquitates meas dele. Cor mundum crea in me, Deus; et spiritum rectum innova in visceribus meis.
Page 132 - No mal, n'angustia, na cor. Tu que exprimes minha dor, Tu que do ramo cahiste, Vem ornar um peito triste, Vem, triste e mimosa flor ! O bafejo d'agonia Envenenou-te a existencia ! Explicas a dor d'ausencia Na cor funesta e sombria. Negro horror, melancolia, Te cerca, te apraz, te some. E's o mal, que me consome ! Se tu pintas o...
Page 21 - Quem péde resistir, meu doce amante ? Tudo quer contra o mundo me revolte, Vossos olhos estão a procurar-me ; A lança, a cruz me diz que os vicios solte. As mãos erguidas buscam abraçar-me, A cabeça inclinada diz que eu volte, A boca meio aberta quer chamar-me.
Page 203 - António Joaquim de Mello em virtude da lei provincial n. 647, de 20 de março de 1866, mandadas publicar pelo Exm. Sr. commendador presidente da provincia, Dr. Henrique Pereira de Lucena. Recife, 1874, 2 vols.

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